Em meio aos intensos debates nacionais sobre o desenvolvimento sustentável, a transição energética e os desafios relacionados à exploração da Margem Equatorial, torna-se cada vez mais necessária a construção de soluções jurídicas e institucionais capazes de harmonizar o crescimento econômico, a preservação ambiental e a justiça social.
Nesse cenário, a Presidente da Comissão Especial de Crédito de Carbono do CFOAB, Luisa Veiga, ao lado da Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Amapá (OAB-AP) e também Presidente da Comissão Nacional de Direito Ambiental do CFOAB, Israel da Graça, trazem o desenvolvimento de um importante trabalho conjunto abordado à construção de caminhos técnicos e jurídicos para os novos desafios ambientais enfrentados pelo país.
Fruto dessa atuação integrada, ambos produziram o “Manual de Boas Práticas Jurídicas no Mercado de Carbono”, instrumento que representa um avanço significativo na busca por soluções para os dilemas ambientais contemporâneos, com um olhar socioambiental, racional e comprometido com o desenvolvimento sustentável da Amazônia e do Brasil.
O lançamento oficial da obra ocorreu no último dia 29 de maio, por meio da Biblioteca Virtual do Conselho Federal da OAB (CFOAB), ampliando o acesso ao conteúdo técnico e jurídico ao fortalecimento das práticas sustentáveis no país. Em breve, a publicação também contará com lançamento impresso na sede da OAB-AP, fortalecendo o debate regional sobre sustentabilidade, mercado de carbono e desenvolvimento da Amazônia.
O fortalecimento dos estudos relacionados ao mercado de crédito de carbono, à mineração sustentável, à atividade portuária e ao direito marítimo ganha relevância estratégica no momento atual vivido pelo país. Esses temas dialogam diretamente com a necessidade de atração de investimentos responsáveis e com a construção de políticas públicas capazes de garantir o cumprimento das metas de saneamento básico, ampliação do abastecimento de água potável, moradia digna e correta destinação final dos resíduos sólidos.
A atuação da advocacia ambiental brasileira passa, assim, a ocupar posição central na formulação de soluções modernas e equilibradas, promovendo segurança jurídica, responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável para as presentes e futuras gerações.
Para a OAB-AP, o fortalecimento do debate jurídico ambiental reafirma o compromisso institucional da advocacia com a defesa da Amazônia, da sustentabilidade e da construção de um modelo de desenvolvimento que concilie a proteção ambiental, a inclusão social e o crescimento econômico responsável.
Acesse o livro na Biblioteca Virtual do CFOAB: Manual de Boas Práticas Jurídicas no Mercado de Carbono
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